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Olá, meu nome é April Oakes e
eu acho extremamente difícil ter que me apresentar aqui e servir de voz
para estas crianças. Meu marido e eu começamos nossa organização em
homenagem a nossa filha de 4 anos, chamada Casi, que faleceu no dia 13 de
Junho de 1.999. A única razão que me faz ser capaz de respirar hoje, após
ter perdido o ser mais importante de minha vida, é que Deus tornou a minha
missão nesta vida muito clara.
Nós nos demos conta de que Casi foi vitimada por vacina, antes de ter
recebido o rótulo de autista. Eu digo "rótulo" porque eu acredito ser isto
o que os profissionais na sua maioria, e os burocratas da saúde pública
desejam que chamemos estas crianças vitimadas por vacina, deste modo, isto
implica que a condição delas seja algo sem causa ou cura e de ocorrência
totalmente aleatória.
Comprometi-me a dedicar o resto de minha vida para fazer o QUE QUER QUE
SEJA NECESSÁRIO, para ajudar crianças com Autismo Tóxico e de
Autoimunidade, bem como proteger crianças saudáveis ou que ainda estejam
por nascer da epidemia de autismo.
Este é o motivo por termos juntado fôrças com Ray Gallup e sua
organização, no Projeto Autismo e Autoimunidade. Somos uma organização de
caridade não lucrativa, dedicada a obter fundos para pesquisas
independentes, de questões relativas a má formações ligadas a fatores
imunológicos no autismo.
“Casi’s Quest” é portanto um projeto, ligado à sucursal da Flórida do
Projeto Autismo e Autoimunidade, envolvendo proeminentes médicos e
práticos naturalistas, com os mais recentes e exitosos tratamentos de
autismo e problemas associados.
Casi's Quest e o Projeto de Autismo e Autoimunidade, necessitam a sua
ajuda para o apoio às pesquisas que levem a redução do número de casos de
autismo. Nós apoiamos a pesquisa biomédica e sentimos que isto nos levará
as respostas que estamos procurando, assim, poderemos um dia terminar o
nosso projeto. Nós não temos 40 ou 50 anos para encontrarmos as
respostas, porque as nossas crianças, estão em uma corrida contra o tempo.
Os políticos, repetem sem parar a assertiva ultrapassada de que o autismo
é genético, sem querer enxergar uma realidade dolorosa e de muito custo.
Respostas imunológicas causaram uma epidemia de doenças crônicas infantis,
do tipo que a pesquisa genética atual é incapaz de controlar. Nós
documentamos a epidemia de autismo em nosso site na web sob o titulo, “The
United States Autism Epidemic: Our Bitter Harvest.” "A Epidemia de
Autismos nos Estados Unidos: Nossa Amarga Colheita".
Lá estão os dados que usamos, do Departamento de Educação dos EUA, que
utiliza os mesmos critérios para identificação de autismo desde 1.991 até
agora. Estes dados, mostram um incremento dramático de autismo, em
todos os Estados Unidos. Ray Gallup escreveu um artigo para um Jornal
Médico, The Lancet, que foi publicado em Julho de 2.000 entitulado “The
MMR Question” ou "A Questão da MMR". Ele citou o dramático aumento
de autismo ocorrido na Califórnia, bem como na região leste de Surrey, no
Reino Unido, onde 1 em cada 69 crianças, com idade de 3 anos, são
autistas. Um importante geneticista, apontou recentemente que não
existe uma coisa que possa ser considerada como "epidemia genética".
Nós consultamos um dos maiores pesquisadores em Fort Lauderdale, Flórida,
o Dr. Andrew Wakefield, em 8 de Setembro de 2.001. Ele de modo
persistente, encontra o virus vivo do sarampo nas entranhas de crianças
com autismo, levado através da vacina MMR. Ele apresentou suas descobertas
para aproximadamente 600 pessoas e nós fomos capazes de dedicar 40.000
dólares para as suas pesquisas. Que homem incrível !!! Eu pessoamente,
nunca encontrei um médico tão determinado nem tão caridoso, que realmente
escuta os pais das crianças. Nós também apoiamos o trabalho dos Drs.
Vijendra Singh e James Oleske, que estão encontrando elevados índices de
anticorpos de virus de sarampo na maioria de seus pacientes autísticos.
O Dr. Singh recentemente identificou um particular anticorpo de MMR,
relacionado com a vacina, encontrado em crianças com autismo, mas não
presente em crianças normais do grupo de controle, nem em crianças com
outras doenças. A existencia de anticorpos de MMR e
de anticorpos anti-cérebro em crianças autísticas, não é uma simples
coincidência. A sua presença é de fato relatada. O Dr. Singh, que é
Professor Associado de Neuro-imonologia da Universidade Estadual de Utah,
precisa desesperadamente de recursos, assim, junte-se à nos no dia 12 de
Outubro, para a conferência e o evento de solicitação de recursos para a
sua muito necessária pesquisa. Esperamos que muito em breve, nós possamos
ter mais doutores envolvidos e que nos ajudem a parar com esta epidemia.
A evidência que o autísmo seja uma doença autoimune, é bastante forte. A
autoimunidade, é um estado no qual o organismo, ataca à ele mesmo, devido
a que errôneamente, interpreta seus próprios componentes como estranhos.
Nós aprendemos que estas vacinas com multi-componentes, que são dadas aos
nossos bebês, bem como as vacinas simples, que são frequentemente dadas
junto em uma única dose, contêm muitas substâncias tóxicas. As vacinas
contêm ingredientes tais como Anticongelante, Fenol (usado como um
desinfetante), Formaldeído (conhecido como um cancerígeno), Alumínio
(associado com a doença de Alzheimer), Thimerosal (um derivado do
mercúrio, ligado à danos no cérebro e a doenças no sistema
imunológico),Neomycina and Streptomycina.
Estas vacinas são produzidas e desenvolvidas à partir do cultivo em
tecidos humanos e animais, como tecido de rins de macaco, embriões de
galinha, tecido de rins de cachorro, cerum de bezerros, células diplóides
humanas (orgãos dissecados de fetus de abortos), células sangüineas de
porco e de cavalo e cérebro de coelho. Nós somos forçados a acreditar, que
todos estes ingredientes e materiais genéticos possam ser injetados em
sistemas imunológicos imaturos, sem efeitos negativos !!
O problema do uso de células animais, é que durante a passagem serial do
vírus, o RNA ou o DNA do mesmo, podem ser transferidos de um hospedeiro
para outro. Vírus animais não-detectados e outros materiais genéticos
podem passar sem detecção por procedimentos de testes de controle de
qualidade, como o ocorrido de 1955 até 1961 com o SV40. Este termo SV40,
quer dizer vírus de símio #40 (significando o quadragésimo vírus de macaco
descoberto), o qual contaminava a vacina da pólio e que foi relacionado
com provocação de cancer.
Dizem-nos que nossas crianças, por ordem da Lei, não podem frequentar a
escola sem terem todas as vacinas obrigatórias. Isto simplesmente NÃE É
VERDADE !! Existem excessões para a aplicação de vacinas em práticamente
todos os Estados, que permitem que nossas crianças freqüentem as escolas.
Quando as excessões são reconhecidas pela Escola ou pelo pessoal ligado à
Saúde, elas são freqüentemente confundidas com outras causas, como por
ex., quando é dito que são eventos associados à crenças religiosas e
relacionados com certos grupos específicos como os da religião da Ciência
Cristã ou Testemunhas de Jeová. Isto não é apenas incorreto, mas
também inconstitucional. Por falar nisso, as pessoas que determinam que
vacinas sejam obrigatórias para as escolas, são as mesmas pessoas que são
financiadas pelas companhias farmacêuticas, que fabricam as vacinas.
O Comitê do Deputado Dan Burton, sobre o Fundo de Reforma do Governo,
encontrou conclusivas evidências de muitos agentes de saúde do governo,
recebendo dinheiro ou mantendo ações de empresas produtoras de vacinas,
alguns tendo inclusive trabalhado para o desenvolvimento das vacinas eles
mesmos, assim tendo um investimento pessoal e profissional no caso.
Um exemplo é o testemunho de Betty D. Fluck,no dia 18 de maio de 1.999,
numa das audiências do Sub-Comitê de Reforma do Governo. Eu tenho as
minutas de uma reunião de um grupo de estudos do CDC (Centers for Disease
Control) sobre a vacina da hepatite B realizado em março de 1.977.Devemos
notar que a reunião da tarde foi presidida pelo Dr. Robert Sharrar do
laboratória Merck. Um outro exemplo, foi na Escócia, em um artigo do
jornal dominical de 30 de setembro de 2.001, onde o seguinte caso foi
mencionado: O professor David Elliman, cujo estudo disse que os medos de
que houvesse uma ligação entre autismo e vacina MMR eram infundados,
admitiu que ele e a Dra. Helen Bedford tinha recebido dinheiro das
gigantes farmacêuticas SmithKline Beecham e Pasteur Merieux Merck Sharp &
Dohme.
Por que está o Instituto Nacional de Saúde concentrando todos os seus
fundos de pesquisa sobre autismo em genética e nada em pesquisa
imunológica? Parte da resposta é que as agência federais de saúde,
como o próprio Instituto, o CDC e a FDA estão mais interessados em
promoverem e regularem o uso de vacinas e não em descobrirem respostas
para as nossas crianças. Em outras palavras, o bem estar de nossas
crianças vem por último e os lucros de um produto como vacinas, vem
primeiro. Audiências no Congresso, estão atualmente revelando estas
informações, mas muitos pais estão desorientados.
A única informação que ouvimos na TV é a de que vacinas são seguras e
efetivas, enquanto não existem evidências científicas provando isso!
O deputado Burton, recentemente descobriu, que não existem estudos sobre
segurança de vacinas desde 1.929 !!!
Existem no momento 200 novas vacinas em desenvolvimento e muitas vão ser
obrigatórias.
Não existem, nem estão previstos, estudos de longo prazo sobre os efeitos
destas vacinas, mas nós vamos ser solicitados a injetá-las nos sistemas
imunológicos ainda não plenamente desenvolvidos de nossos bebês. Nós
estamos básicamente jogando Roleta Russa com nossas crianças, porque as
agências governamentais de saúde não estão executado estudos apropriados
de segurança relacionados a estas vacinas e estão mais preocupados em
promover e regular vacinas ao invés de discutirem a sua segurança.
Uma coisa, nós já sabemos, que este é um sério conflito de interêsses !!!
Ray Gallup, começou o Projeto de Autoimunidade do Autismo em 1.998, porque
o NIH, Instituto Nacional de Saúde, não iria prover fundos para pesquisa
de projetos imunológicos em autismo. Nós conseguimos levantar mais
de US$ 100.000,00 em fundos para as pesquisas dos Drs. Vijendra Singh,
Andrew Wakefield and James Oleske.
O Dr. Oleske e o Dr. Singh encontraram evevados índices de "titers" de
anticorpos de sarampo na maioria das crianças com autismo que testaram e o
Dr. Wakefield, encontrou sarampo em seus intestinos.
Enquanto a nossa organização provê recursos de pesquisas para a relação
entre o autismo e a vacina MMR, nossos membros acreditam que o autismo
seja muito mais do que vacina MMR e thimerosal. Nós acreditamos que outras
vacinas, tais como a DPT (Difecteria, Coqueluche e Tétano), HEPATITE B e
PÓLIO, bem como vacina múltiplas dadas em uma única dose, possam causar o
autismo.
Em um relatório da VAERS, sobre reações adversas causadas por vacinas,
arquivado junto ao governo Federal, um médico na Califórnia, mencionou que
uma criança ficou autista após receber uma dose oral das vacinas Pólio,
DPT e MMR em um único dia e que ele sabia de outros casos. Alguns pais,
notaram que suas crianças autísticas desenvolveram Diabetes após terem
tomado a vacina da Hepatite B.
As pessoas nas comunidades médicas e orgãos oficiais de saúde, dos Estados
Unidos e Inglaterra, negam a existência de uma ligação entre MMR e
autismo. Até agora, eles dizem que a ciência tem demonstrado o seu ponto
de vista. É a mesma coisa que deixar a raposa tomando conta dos
pintinhos!!! O fato é que estas pessoas até agora não apresentaram nenhuma
evidência científica conclusiva que não exista uma ligação entre a vacina
MMR e o autismo.
Ao invés de nos darem labiosos relatórios de opinião sobre a ligação da
vacina MMR e o autismo, as agências de saúde de nosso governo, deveriam
vir com a ciência clínica, para explicarem isso e corrigirem o problema,
com alguma modalidade de tratamento.
O nosso governo, poderia estar ajudando as nossas crianças e impedindo que
mais crianças se tornassem autistas, através de pesquisas imunológicas e
tratamentos. Seria muito mais construtivo do que ficar procurando genes
desconhecidos que não irão se desenvolver em tratamento para nossas
crianças, nem encerrarem a epidemia de autismo.
Muitas modalidades de tratamento, que propiciam que crianças com autismo
melhorem, são imunológicas na sua natureza, tais como aplicações
endovenosas de gama-globulina, dietas livres de glútem e caseína,
secretina e o protocolo MT, desenvolvido no Centro Pfeiffer de Tratamento,
pelo Dr. Bill Walsh em Naperville em Illinois.
Até agora, o Instituro Nacional de Saúde, não demonstrou interêsse em
ajudar crianças com autismo a melhorarem, porque não estão provendo fundos
de pesquisa para estudos independentes de imunologia e modalidades de
tratamento.
Dizer que os pais não sabem nada e que você precisa ter algum diploma da
moda de uma universidade como Harvard é uma falácia. Os pais, conhecem as
suas crianças como ninguém, e junto com pesquisadores independentes, estão
produzindo ciência, enquanto o estabelecimento oficial está produzindo
cortinas de fumaça na opinião pública ao invés de sólidas evidências
científicas.
Na Inglaterra, mais de 2.000 famílias estão no momento envolvidas em
processos contra o departamento de saúde, devido à reações adeversas
sofridas por suas crianças durante campanhas de vacinação de MMR no Reino
Unido. Estas reações adversas, incluem autismo, problemas interstinais,
epilepsia, dano cerebral, espasmos, encefalite, surdez, esclerose
múltipla, bem como problemas comportamentais e de aprendizado. Em um
artigo recente por um pai, David Thrower, intitulado "Autistic
Enterocolitis", ele diz o seguinte:
“Um número entre 2.000 a 3.000 familias, cujos filhos ficaram autísticos
ou que tiveram outras reações adversas após terem recebido a vacina MMR,
estão agora tomando medidas legais, ou buscando esse caminho, no Reino
Unido, contra os fabricantes de MMR, Laboratórios Aventis Pasteur MSD Ltd,
Merck and Company, Inc., SmithKline Beecham & French Laboratories Ltd., e
SmithKline Beecham PLC. O julgamento está com data inicial prevista para
Outubro de 2.003 na alta corte de justiça em Londres.
“Os advogado ingles, Alexander Harris, declarou que um padrão claro de
eventos, começou a aparecer quando foi contactado pelas famílias com
crianças, que tinham até então tido um desenvolvimento normal, tanto
físico quanto mental, antes da vacina MMR e que logo em seguida,
tornaram-se autísticas após a vacina. Esta condição estava frequentemente
acompanhada por outros sintomas, com algumas vezes apenas um gradual
declínio para o autismo. Muitas destas crianças, estão agora cronicamente
doentes e mental ou fisicamente disabilitadas.
”Existem também mais de 600 advogados nos EUA, que estão buscando uma
compensação legal para as nossas crianças. Estas audiências, estarão
começando no final deste mes e nós precisamos demonstrar o nosso apoio.
Juntos nós podemos e vamos fazer a diferença !!!
Uma outra coisa que David Thrower, diz é o seguinte:
“Em junho de 2.000, um estudo para a Fundação de Saúde Mental descobriu
que o custo anual do autismo no Reino Unido era de no mínimo um bilhão de
libras esterlinas, o custo individual por criança considerando-se a sua
expectativa de vida, poderia atingir algo como 2,94 milhões de libras para
cada uma.
”Estimativas similares, aplicam-se ao autismo nos EUA. Pode o nosso
governo, seja ele local, estadual ou federal suportar financeiramente isso
? São os lucros dos produtos individuais mais importantes do que o custo
humano e econômico do autismo ? As núvens de tempestade estão no horizonte
e será responsabilidade da comunidade médica e das autoridades federais de
saúde fazerem a coisa certa. Se não o fizerem, então pagarão o prêço, que
é muito alto. Ninguém será perdoado por falsidades deliberadas que
conduzam a deixar crianças permanentemente incapacitadas.
Meu marido e eu, fomos eleitos recentemente para assumirmos o Projeto de
Autismo ligado à Autoimunidade e Ray Gallup continuará ainda a estar
envolvido como membro da diretoria e fundador. As informações que estou
apresentando hoje, são uma combinação dos discursos dêle e meu.
Nós já apresentamos estes discurso no Rally de Autismo de Abril em
Washington e vamos continuar lutando por estas vítimas inocentes. Nós
conclamamos todos os pais a apoiarem o Projeto de Autoimunidade e o Casi´s
Quest, permitindo assim ajuda para as nossas crianças.
Por favor, escrevam para os seus representantes distritais na Câmara e no
Senado dos EUA e peçam-lhes apoio para que os Institutos Nacionais de
Saúde destinem fundos para pesquisas independentes na busca de ligações
entre os problemas imunológicos/gastrointestinais e o autismo. Nós devemos
pressioná-los bastante, se quisermos ajuda para nossas crianças.
Queremos que os pais se dêem conta do seguinte: Vocês têm opções...—Vocês
têm o direito de tomarem uma decisão conciente e informada, embora este
direito esteja constantemente sob a ameaça de pessoas que gostariam de
mudar as leis.
A solução para este problema é atacar a causa e não os sintomas. É uma
questão vital, que saibamos, tendo em vista as pesquisas de autismo, que
existem muitos interêsses poderosos que perderiam dinheiro e possivelmente
também a sua reputação, se o autismo fosse curado ou prevenido.
—Existe também, muito dinheiro a ser ganho se continuarmos com os
tratamentos usuais: remédios que tratam apenas os sintomas (freqüentemente
com efeitos colaterais destrutivos). Tragicamente, o governo, bem como a
maioria das organizações privadas de pesquisas sobre o autismo, são
dominados por estes interêsses.
Nós não desejamos criar uma nova indústria, não nos importamos também com
quaisquer glórias; nós queremos ir até as causas e colocarmos um fim nesta
epidemia !! Uma das razões principais que eu estou aqui hoje, é que eu
gostaria de que alguém tivesse dividido estas informações comigo, antes
que eu cegamente segurasse minha filha e permitisse que ela fosse
vacinada. Desde o falecimento de Casi, a nossa vida não têm sido e jamais
será a mesma. POR FAVOR, apreciem esta personalidade especial que é seu
filho e dêem-se conta de que vocês foram realmente abençoados com um
presente lá do alto. Muito obrigado por terem escutado o que eu tinha para
dizer !
Eu agradeço a Deus acima de tudo, por ter me dado a coragem necessária
para passar por tudo isso.
April
Oakes,
"Casi's
Quest" |